quarta-feira, agosto 5, 2026
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Acusados de esquartejar homem no Riacho Fundo vão a júri popular

Gerson de Sousa Basílio e Augusto Cesar Nunes Romano foram levados a júri popular nesta terça-feira (4) pela morte de Sidnei Martins de Oliveira, de 56 anos. O crime ocorreu na madrugada de 4 de abril de 2025, no prédio onde Augusto morava, no Riacho Fundo.

O corpo da vítima foi encontrado dividido em duas partes, dentro de caixas deixadas em um contêiner na QN 7 do Riacho Fundo 1.

Encontro antes do crime

Sidnei vivia em situação de vulnerabilidade e morava na rua. No dia do crime, ele e os dois acusados consumiram bebidas alcoólicas nas proximidades do Riacho Mall e, depois, seguiram para o apartamento de Augusto.

A investigação da 29ª Delegacia de Polícia aponta que Augusto e Sidnei discutiram dentro do imóvel após a vítima supostamente sugerir a prática de sexo oral. Augusto teria ficado enfurecido e atacado Sidnei.

Ataques contra a vítima

De acordo com o delegado Johnson Kenedy, Gerson teria atingido Sidnei com uma tesoura. A investigação indica que ele alegava que a vítima havia mantido um relacionamento com sua ex-mulher e teria participado do crime por vingança.

Após o assassinato, os acusados perceberam que não conseguiriam transportar o corpo inteiro e o dividiram ao meio. Moradores do edifício afirmaram não ter ouvido gritos, pedidos de socorro ou outros barulhos incomuns.

Prisão dos suspeitos

O corpo foi localizado na tarde de 4 de abril. Horas depois, a polícia identificou os suspeitos.

Augusto, que não possuía antecedentes criminais, foi encontrado escondido na casa de uma ex-namorada. Gerson foi preso na própria residência, no Riacho Fundo 1. Ele tinha cinco antecedentes, sendo dois por homicídio e três por violência doméstica.