segunda-feira, junho 29, 2026
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Reforma do Cine Itapuã: R$ 10,5 milhões para reabrir espaço cultural do Gama

Com investimento total de aproximadamente R$ 10,5 milhões, o Cine Itapuã, no Gama, passa por uma reforma ampla para devolver à população um dos espaços culturais mais tradicionais da região. Fechado desde 2005 por problemas estruturais, o cinema terá nova.

Contexto

A intervenção está na fase de infraestrutura, com atualização das instalações e adequação às normas de acessibilidade. A obra prevê, conforme o projeto divulgado, rampas e adaptações que não existiam antes, além de equipamentos audiovisuais de última geração para o funcionamento do espaço.

A proposta é transformar o Cine Itapuã em um centro de convivência e produção cultural para o Gama e outras regiões do Distrito Federal.

Rosa Carla Monteiro de Oliveira, presidente do Conselho de Cultura do DF (CCDF/Secec-DF), afirma que “a população vai encontrar uma sala de cinema absolutamente equipada, com o melhor que se possa imaginar hoje dentro da tecnologia” e destaca que a retomada do projeto ganhou força a partir de 2023, após avaliações técnicas e readequações dos projetos.

Detalhes

A obra também mira preservar o valor simbólico do prédio para a comunidade. O professor Rodrigo Reis, morador do Gama, recorda ter assistido ali ao primeiro filme da vida e aponta que a reabertura permitirá que novas gerações construam memórias no local.

A administradora regional do Gama, Thábata Almeida, resume a expectativa: “São mais de 20 anos de espera por essa obra” e classifica a reforma como recuperação de um patrimônio que marcou gerações.

Além do impacto cultural e afetivo, a reforma deve ampliar a oferta de programação e possibilitar uso do espaço para eventos locais e produção artística, segundo a descrição do projeto oficial. A reestruturação inclui modernização tecnológica e mudanças físicas para ampliar a acessibilidade e o conforto do público.

Pontos centrais do projeto — como cronograma detalhado de execução, data de conclusão, origem detalhada dos recursos e empresas contratadas — não foram informados no material divulgado.

A Secretaria de Cultura e Economia Criativa é apresentada como origem do projeto, mas informações sobre licitação e prazos precisam ser confirmadas junto à pasta.