Eleição define lista para procurador-geral de justiça do DF
O Colégio de Procuradores e Promotores de Justiça do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) definiu, nesta terça-feira, 6 de outubro, a lista para a escolha do procurador-geral de Justiça do Distrito Federal e Territórios para os.
Os promotores de Justiça Claudia Braga Tomelin e Libanio Alves Rodrigues, únicos candidatos inscritos, receberam 255 e 182 votos, respectivamente.
A votação ocorreu das 12h às 19h, por meio do sistema eletrônico Votus, com a participação de promotores e procuradores de Justiça do MPDFT. Foram contabilizados 441 votos, sendo quatro nulos e nenhum em branco.
Como houve duas candidaturas, os dois nomes integram a lista que será encaminhada à Procuradoria-Geral da República (PGR). Em seguida, a relação será remetida à Presidência da República.
Caberá ao presidente da República nomear o novo chefe da instituição para mandato de dois anos, com possibilidade de uma recondução por igual período.
O mandato do atual procurador-geral de Justiça do MPDFT, Georges Seigneur, termina em 12 de dezembro de 2026.
Claudia Braga Tomelin
Claudia Braga Tomelin é promotora de Justiça do MPDFT desde 2012. Atualmente, exerce o cargo de secretária-geral da instituição e é titular da 1ª Promotoria de Justiça de Defesa da Mulher em Situação de Violência Doméstica e Familiar de São Sebastião.
Ao longo da carreira, atuou nas áreas da infância e juventude, Tribunal do Júri, Juizado Especial Criminal e violência doméstica.
Também coordenou o Núcleo de Controle e Fiscalização do Sistema Prisional e foi membro auxiliar no Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP), na Comissão do Sistema Prisional, Controle Externo da Atividade Policial e Segurança Pública.
Libanio Alves Rodrigues
Libanio Alves Rodrigues é promotor de Justiça do MPDFT desde 1994. Atualmente, atua na Promotoria de Justiça de Apoio Operacional de Segundo Grau.
Ao longo da carreira, trabalhou no Tribunal do Júri e nas áreas criminal, infância e juventude, eleitoral, ordem urbanística, patrimônio público, saúde, cível, família, órfãos e sucessões.
Também foi membro da Câmara Criminal e da Câmara Cível Especializada. Na administração do MPDFT, exerceu as funções de assessor de políticas institucionais, diretor-geral e ouvidor.

