sexta-feira, outubro 30, 2026
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Fachin devolve relatoria do caso do INSS a Mendonça e mantém Master

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, decidiu nesta quinta-feira (29) devolver ao ministro André Mendonça a relatoria das investigações sobre descontos ilegais em benefícios do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS)..

Na decisão, o presidente do STF considerou que não há mais motivos para manter as investigações sobre os descontos ilegais do INSS na presidência da Corte.

Investigações do INSS voltam para André Mendonça

A relatoria do caso foi retirada de Mendonça em setembro, durante uma crise interna no Supremo provocada por decisões liminares envolvendo um pedido de investigação contra o ministro Alexandre de Moraes.

Moraes foi citado em mensagens encontradas pela Polícia Federal (PF) no celular do ex-banqueiro Daniel Vorcaro.

Com a nova decisão de Fachin, André Mendonça volta a ser responsável pela condução das investigações relacionadas aos descontos ilegais nos benefícios previdenciários.

Caso Banco Master permanece com Fachin por 90 dias

As investigações envolvendo o Banco Master continuarão sob a relatoria de Edson Fachin pelo prazo de 90 dias, contados a partir de 12 de setembro.

O presidente do STF entende que os processos ainda não podem ser distribuídos entre os demais ministros porque envolvem citações a integrantes da própria Corte.

Assim como ocorreu com as investigações do INSS, os processos relacionados ao Banco Master foram retirados da relatoria de André Mendonça durante a crise interna no Supremo.

Fachin ficará responsável por pedidos urgentes

Enquanto as investigações sobre o Banco Master permanecerem na presidência do STF, Fachin será responsável pela análise de medidas urgentes eventualmente solicitadas pela Polícia Federal ou pela Procuradoria-Geral da República (PGR).

Entre essas medidas estão pedidos de revogação de prisões e autorizações para a realização de diligências.

A decisão de Fachin será submetida ao referendo do plenário do Supremo Tribunal Federal. A data do julgamento ainda não foi definida.