SUS oferece tratamento para Parkinson

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No último dia 11 de abril foi celebrado o Dia Mundial de Conscientização da doença de Parkinson. A data tem como objetivo chamar a atenção sobre o transtorno e a possibilidade de tratamento.

Tremor nas extremidades, rigidez de articulações e lentidão nos movimentos tendem a ser os primeiros sintomas de quem sofre com Parkinson. A doença é neurodegenerativa, ou seja, provoca condições debilitantes sem cura e resulta da degeneração progressiva de neurônios.

Segundo o Ministério da Saúde, no Brasil, existem poucos números sobre a enfermidade e essa não é uma doença de notificação compulsória. A estimativa é que haja cerca de 250 mil portadores. Essa é a segunda doença neurodegenerativa mais comum.

Apesar de não ter cura, há tratamentos para controlar e retardar os sintomas. Por vezes, as informações sobre essas intervenções são desconhecidas pela população. Mas o Sistema Único de Saúde (SUS) oferece esse suporte gratuitamente aos pacientes diagnosticados com a doença.

Além da ministração de medicamentos, indicados por médicos especialistas para cada caso individualmente, a prática de atividades físicas também auxilia no tratamento do Parkinson. O fisioterapeuta Hudson Azevedo Pinheiro, que trabalha na policlínica de Taguatinga ressalta a importância da fisioterapia para os pacientes.

“A fisioterapia é tão importante quanto o tratamento medicamentoso para a convivência com os sintomas e melhor qualidade de vida das pessoas que possuem a doença que ainda não tem cura”.

Na rede pública de saúde, os atendimentos oferecidos podem ser individuais para exercícios específicos ou em grupo com estratégias lúdicas, como jogos ou Tai Chi Chuan.

“Os pacientes com sintomas iniciais são atendidos na atenção primária e encaminhados ao neurologista. Nós temos esse especialista em todas as regiões de saúde”, afirma a Referência Técnica Distrital (RTD) em Neurologia, Adriana Ferreira Barros Areal. Ela reforça que alguns cuidados de prevenção são a prática de exercícios físicos e a adoção de uma alimentação saudável.

Com informações da Agência Saúde-DF