terça-feira, junho 25, 2024
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Mais agilidade para a entrada de brasileiros nos USA

Foto: Embaixada Americana / Reprodução

Programa facilita o ingresso de visitantes nos Estados Unidos. Depois de aprovada, liberação rápida de passaporte vale por cinco anos

Desde a última segunda-feira (7), brasileiros que frequentemente visitam os Estados Unidos, são de baixo risco e previamente aprovados podem solicitar on-line o Global Entry (GE) – programa que permite agilizar o processo de entrada de passageiros no país.

A Embaixada Americana explica que os solicitantes aprovados pelo GE podem evitar a fila de controle regular de passaportes e seguir diretamente para quiosques automáticos, disponíveis em mais de 75 aeroportos do país. Os interessados podem solicitar a inclusão no programa por meio do site

Assim como para o agendamento do visto, a pessoa interessada em participar do programa deve pagar uma taxa de $100, não reembolsável, e aguardar a aprovação do cadastro (o que pode levar até duas semanas). Caso a GE seja aprovada, o passageiro deverá agendar uma entrevista na sua chegada aos EUA em um centro global de solicitação disponível nos aeroportos. Uma vez autorizada, a adesão será válida por cinco anos.

As autoridades americanas reforçam que o programa Global Entry não substitui o visto de não imigrante e pode ser solicitado quantas vezes for necessário. O programa permite que aqueles que possuam os documentos de viagem válidos e cumpram com todos os requisitos – passando por rigorosa verificação de antecedentes e entrevista presencial – tenham a entrada facilitada no país.

O encarregado da Embaixada e Consulados dos EUA, Douglas Koneff, ressaltou que “este programa vai não só facilitar as viagens de negócios e investimentos, como também agilizar as visitas de muitos outros brasileiros aos EUA. A conclusão desse acordo é fruto de muito trabalho dos dois governos, e muitos viajantes serão beneficiados pelo GE”.

A implementação do GE para cidadãos brasileiros foi coordenada pela Embaixada e Consulados dos EUA no Brasil, por meio da Autoridade de Alfândega e Proteção de Fronteiras dos EUA (CBP, na sigla em inglês), Casa Civil, Ministérios das Relações Exteriores, Ministério da Justiça e Segurança Pública e da Economia, assim como da Secretaria da Receita Federal e da Polícia Federal.

Com informações da Embaixada Americana